Rinoplastia Estruturada da Válvula Nasal Externa

O nariz possui basicamente 2 mecanismos valvulares denominados: válvula nasal interna, como abordado na Rinoplastia Estruturada da Válvula Nasal Interna e válvula nasal externa.

A válvula nasal externa é representada pelo orifício das narinas, exatamente na porta de entrada do ar inspirado.

Indivíduos platirrínios, com narizes largos, são bem adaptados a atividades aeróbicas e possuem narinas amplas que aumentam o fluxo aéreo nasal. Por outro lado, indivíduos leptorrinos, adaptados às regiões mais frias do planeta, possuem narinas mais estreitas e em fenda, priorizando o aquecimento e a umidificação do ar que respiram. Parte deste mecanismo de condicionar o ar respirado é controlado pelas válvulas nasais.

Algumas pessoas podem apresentar alterações anatômicas da válvula nasal externa que dificultam a entrada de ar, principalmente durante o exercício. Estas alterações podem ser observadas em pessoas não operadas, mas são mais frequentes em pacientes submetidos à rinoplastia prévia.

O exame dinâmico da função respiratória é imprescindível para o correto diagnóstico das incompetências valvulares, auxiliando na escolha do tratamento adequado.

Da mesma forma que na incompetência da válvula nasal interna, o tratamento das alterações da válvula externa inclui o uso de enxertos estruturais de reforço da margem das narinas.

Em casos mais complexos, com incompetência de válvula interna e externa, com dificuldade respiratória tanto em repouso como em exercício, os enxertos estruturais deverão contemplar todas as áreas comprometidas.

O tratamento combinado dos problemas obstrutivos no nariz, como os desvios septais e as alterações dos cornetos nasais, e as alterações valvulares deve ser adequadamente diagnosticado e pode, atualmente, ser tratado no mesmo ato operatório.

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